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A inactividade concorre para a deterioração das diferentes capacidades físicas,tais como força,flexibilidade,capacidade aeróbica,equilíbrios posturais econtrolo motor,resultando na perda de mobilidade,independência,autonomia mas actividades do dia-a-dia e qualidade de vida.
A nível antropométrico assiste-se a um aumento do peso e da gordura corporal (principalmente na região do tronco),diminuição da altura,da massa livre de gordura,particularmente massa muscular,água e massa óssea,aumentando,por exemplo,o risco de doenças cardiovasculares.
Relativamente à perda óssea (resultante do tipo de alimentação,estilo de vida,sistema hormonal,actividade física,hereditariedade e maturação óssea),esta é mais acelerada a partir dos 50 anos de idade,sendo um dos factores determinantes no aparecimento de osteoporose e fracturas osteoporóticas.
A força – massa muscular e tamanho dos músculos -desenvolve-se enquanto o ser humano cresce,atingindo o máximo entre os 2 e os 30 de idade.Depois decresce perto de 30 a 40% face a falta de treino físico,entre outros factores.
As afecções músculo-esqueléticas prejudicam mesmo o relacionamento dos indivíduos com a comunidade,uma vez que grande parte das actividades da vida diária,como transportar sacos de compras,subir escadas,entre outras,depende da força muscular.
Antes de tudo,o mais importante é sentir que a actividade física faz parte do nosso dia-a-dia,sendo tão vital como as outras necessidades básicas.
Um estilo de vida saudável é capaz de prevenir doenças e retardar o que os médicos chamam de “relógio biológico” do envelhecimento.
Raquel Soares
Lic.educação física |